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O DIA NA HISTÓRIA
13.5.2024 – BOM DIA!

Lúcio Albuquerque
69 99910 8325

RONDÔNIA

1950 – Sob a presidência do Dr. José Ribamar de Miranda, secretário-geral do Governo, foi criada a Associação Guaporeense de Imprensa.

1951 – Índios pacáas-novas atacaram um sítio a 1 KM do centro de Guajará-Mirim e mataram o dono do lote, o peruano Alberto Zambrano.

1955 – Toma corpo na Câmara Federal o apoio ao projeto de lei, de autoria do deputado federal Áureo Melo (AM), propondo que o Território do Guaporé passe a ser denominado Rondônia.

1976 – O governador Humberto Guedes vai a Manaus entregar ao comando da Flotilha do Amazonas, a Bandeira do Brasil, a ser usada pelo navio-patrulha “Rondônia”.

1985 – O deputado estadual Angelo Angelin, a cinco dias de assumir o governo do Estado, despede-se da Assembleia Legislativa sob muita pressão do PMDB e PFL que lutam por cargos na nova administração.
 
1986 – O governador Angelo Angelin assina lei, de autoria do deputado Amizael Silva, criando o município de Santa Luzia do Oeste.

1991 – A falta de estrutura urbana é só um dos problemas de Porto Velho: de 111 mil habitantes em 1970, já supera a marca de 400 mil.

HOJE É

Dia da Libertação dos Escravos. Dia dos Pretos Velhos (Umbanda). Dia Nacional do Zootecnista. Dia do Automóvel e da Estrada de Rodagem. Dia da Fraternidade Brasileira.
Católicos celebram a 1ª aparição de Nossa Senhora de Fátima, Santo André Humberto Fournet,
 
BRASIL

1888 – A princesa Isabel assim lei acabando a escravidão no país. 

1808 — Reorganizado o Esquadrão da Guarda do Vice-Rei do Brasil, origem do contingente Dragões da Independência).

1933 — Nasce Waldick Soriano (+ 2008), cantor e compositor.

MUNDO

1940 — Em plenos caos da II Guerra Mundial, Winston Churchill faz seu discurso "sangue, suor e lágrimas". na Câmara dos Comuns do Reino Unido. 

1981 — O turco Mehmet Ali Ağca tenta assassinar o Papa João Paulo II na Praça de São Pedro, Vaticano.
 
FOTO DO DIA
ODES A PORTO VELHO (I)

Dois poetas, um acadêmico, Bolívar Marcelino, um de cunho mais popular, Ernesto Melo, ambos capazes de contar a história e os personagens de Porto Velho, que fazem quem os leem, caminhar pela cidade.
 
Bolivar (1932/2010), maranhense, chega em 1938 a Porto Velho, ainda município amazonense, foi professor, membro da Academia de Letras de Rondônia, e autor de vários livros poéticos.

Na poesia “Porto Velho” (https://www.acler.com.br/364), é um canto apaixonado, onde conclui: “Porto Velho do “footing” da Praça Rondon, de mil lembranças que trago dentro do peito, na minha saudade; berço de minhas filhas, dos meus filhos, de minhas ilusões.....”

Bolivar Marcelino publicou vários livros, e em “Orvalho da Manhã” seu melhor poema é uma homenagem à Madeira Mamoré, na composição “A Velha Locomotiva” (https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=pcq21Z1mO7c).

Dele diz Antonio Miranda (http://www.antoniomiranda.com.br): “Poeta regionalista, retratou a vida do seringueiro, o canto do Uirapuru, a enchente do Rio-Mar, a Vitória Régia, a Madeira-Mamoré e a paisagem amazônica”.

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