O Dia na História

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O Dia na História

O DIA NA HISTÓRIA

Lúcio Albuquerque

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10.07.23 - BOM DIA!

RONDÔNIA

1918 – Uma noite diferente no cine teatro Phenix (PVh), a apresentação da soprano Júlia Olivari, já com todos os ingressos vendidos.  

1931 – O decreto 20.200/31 restabelece os serviços da EFMM e nomeia diretor o capitão Aluízio Ferreira, o primeiro brasileiro na função. É a “Nacionalização” da Madeira-Mamoré.

1940 – Pilotado por Sérvulo de Paula Machado e Jorge Carlos Moreira, o avião “Getúlio Vargas”, do governo do Acre, pousa e inaugura o campo de pouso de Porto Velho.

1972 – Tristeza e luto em Guajará e Porto Velho: O trem apita na estação da EFMM em cada cidade. Está extinta a ferrovia Madeira-Mamoré.

1981 – Para fins turísticos, o governador Jorge Teixeira reativa trecho de Porto Velho a Santo Antônio da ferrovia Madeira-Mamoré.

1990 – Definidas candidaturas a governador: Valdir Raupp (PRN), Orestes Muniz (PMN), Olavo Pires (PTB), Osvaldo Piana (PTR), José Guedes (PSDB) e Inácio Lemke (PT).  

COMEMORA-SE

Dia Mundial da Lei. Dia Mundial da Pizza. Dia da Saúde Ocular. 

Católicos lembram Santa Anatólia, Santa Vitória, Santa Rufina e Santa Segunda da Via Cornélia, Santo Antônio Percierskij (Sto. Antonio da Gruta)

BRASIL

1884 – O presidente Teodureto Souto, decreta o fim da escravidão na Província do Amazonas. 

1909 — Nasce Vitalino Pereira dos Santos, o Mestre Vitalino (m. 1963), o maior escultor em massa de barro do país. 

1958 — Vinícius de Moraes grava “Chega de Saudade”, o marco inicial da bossa nova.

MUNDO

1960 – A Nasa lança o primeiro satélite de comunicações, Telstar, fazendo a primeira transmissão ao vivo de TV EUA/Europa. 

2018 — Na Tailândia: os quatro garotos e o professor deles, que ainda estavam numa caverna na Tailândia. Os outros 14 meninos já haviam sido retirados.

FOTO DO DIA

1931 – Festa porque um dia após o consórcio anglo-canadense romper o contrato com o governo brasileiro e suspender a circulação dos trens da ferrovia Madeira-Mamoré, as máquinas voltaram a circular.

1972 – O diretor-geral da EFMM, Vivaldo Mendes, lê para cerca de 10 mil moradores em Porto Velho, o documento do governo federal extinguindo a estrada de ferro.

Entregue pela construtora norte-americana em agosto de 1912, a ferrovia Madeira-Mamoré já encontrou contra sua viabilidade econômica o começo do fim, da época quando grandes senhores da economia mandavam lavar suas roupas em Londres e queimavam dinheiro para acender um charuto. 

Praticamente, até sua extinção em 1972, ela poucas vezes gerou lucro. Em 1966 o decreto 58.501, do presidente Castelo Branco, considera a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, “linha férrea antieconômica”, autorizando seu funcionamento até à abertura de uma estrada entre Abunã e Guajará-Mirim.

O art. 1º era bem claro: “Entra em processo de erradicação, a partir da publicação do presente decreto, a estrada de Ferro Madeira-Mamoré”. Em 1972 o último capítulo da “Ferrovia do Diabo”.

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