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Cassol desmente fake news, confirma candidatura a governador e lembra que foi eleito senador em 2010 concorrendo sob liminar

 “Eu poderia estar pescando, curtindo meus 08 netos e cuidando das nossas empresas”

 
Acompanhado de lideranças políticas e de candidatos a deputadoS em sua coligação, o ex-governador de Rondônia, Ivo Cassol, que concorre ao mesmo cargo pelo PP este ano, visitou a redação do FOLHA DO SUL ON LINEA na manhã desta segunda-feira, 29, e falou de vários temas.
 
Cassol não fugiu do tema mais polêmico, que agita os bastidores da política em Rondônia e que pode mudar o desfecho da disputa pelo Palácio Rio Madeira: “eu estou na disputa e vou até o final. Fiquei fora de disputas por 08 anos e agora estou buscando na justiça o que é meu direito. Não estou pedindo nem mais, nem menos”.
 
Vítima, segundo ele, de “fake News espalhadas por adversários” interessados em tirá-lo da briga pelo Governo do Estado, Cassol recorreu a um exemplo do passado para tranquilizar seu eleitorado: “em 2010 eu disputei o Senado concorrendo sob liminar. Nem contaram meus votos e a imprensa chegou a noticiar que os eleitos eram o Raupp e a Fátima Cleide. Quem assumiu o Senado e ficou os 08 anos no cargo? Ivo Cassol”.
 

Ivo também fez questão de explicar que o que está sendo votado no STF, e que adversários apontam como possível fator que deixaria fora do pleito deste ano não é sua inelegibilidade. “O que está sendo discutido no meu processo é a prescrição, como bem lembrou o relator da ação, ministro Nunes Marques. Baixaram a minha pena de 04 anos e 8 meses para 04 anos. Com isso, a prescrição acontece em 08 anos, que eu já cumpri”.
 
Um advogado que acompanhava o ex-governador fez questão de explicar: “quem vai decidir sobre a elegibilidade dele é a Justiça Eleitoral. E certamente, qualquer que seja a decisão, ela permitirá que ele dispute o Governo de Rondônia este ano”.
 
Fiel ao seu estilo, Cassol disse, na longa conversa na redação deste site, que “eu poderia estar pescando, curtindo meus 08 netos e cuidando das nossas empresas”, arrematando na sequência: “tenho 63 anos, jogo bola três vezes por semana, e algumas pessoas me perguntam porque voltar. Eu respondo: se todos os que têm conhecimento se acomodassem, seria muito ruim. Meu retorno é bom para o povo de Rondônia, que vai voltar a ter dignidade, não para o Ivo Cassol”.
 
Os vários temas comentados por Cassol, que estará visitando todas as cidades da região, começando por Vilhena, e não fugiu de nenhum deles, serão publicados ainda nesta semana.

Fonte: Folha do Sul
Autor: Da redação
 



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